sexta-feira, 11 de novembro de 2011

É hora de levar nossa luta para as ruas



Sindicato Nacional dos Aeronautas
Boletim Eletrônico

É hora de levar nossa luta para as ruas

A 4ª rodada de negociação com as companhias aéreas terminou sem avanços. Apesar de um longo debate, no dia 9 de novembro, as empresas mantiveram a proposta de reajuste de 3% para os salários e de 5% para os pisos.

Os sindicatos de trabalhadores reafirmaram que aeronautas e aeroviários rejeitam a proposta e não abrem mão do aumento real nos salários. As entidades também ressaltaram que continuam aguardando uma nova proposta das empresas que contemple, no mínimo, a inflação medida pelo INPC, que deve alcançar 7% até o final do ano, e aumento real dos salários, considerando a produtividade do setor.

Com o impasse criado na mesa de negociações, os trabalhadores propuseram às empresas a antecipação da próxima rodada em uma semana, no dia 16 de novembro. A proposta não foi aceita, o que demonstra que elas não têm interesse em construir uma solução rápida antes da data-base.

Assim, convidamos os aeronautas e aeroviários de todo o país para um grande ato na próxima quarta-feira (16/11), no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, a partir das 11 horas, para demonstrarmos às empresas a força dos trabalhadores.

Preparem-se todos(as) para mais mobilizações e até para uma paralisação nos aeroportos a partir de 1º de dezembro, se a intransigência dos patrões continuar.

GRANDE ATO EM CUMBICA
DIA 16/11 - ÀS 11 HORAS

SNETA - A primeira rodada de negociação entre sindicatos de trabalhadores e o Sindicato das Empresas de Táxi Aéreo (SNETA) foi realizada na manhã da última quarta-feira (9/11), no Rio. O sindicato patronal fez uma contraproposta igual a do SNEA, de reajuste de 3% para os salários e de 5% para os pisos. Os sindicatos de trabalhadores também afirmaram que aeronautas e aeroviários não abrem mão da inflação mais aumento real nos salários no Táxi Aéreo.

A Diretoria

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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O Estado de S.Paulo
08 de novembro de 2011 | 13h 50
Funcionários da aviação em SP ameaçam fazer greve
WLADIMIR D'ANDRADE - Agencia Estado

SÃO PAULO - Aeroviários e aeronautas fizeram hoje pela manhã um protesto no saguão do Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, para marcar o início das mobilizações contra a resistência das empresas aéreas em atender o pedido de reajuste salarial de 13%. De acordo com os sindicatos nacionais de ambas as categorias, a manifestação de hoje não provocou nenhum transtorno aos passageiros e às operações de voo do aeroporto, mas serve de alerta para as consequências de um eventual fracasso na negociação salarial com as empresas. Se em reunião, marcada para amanhã, não houver avanço, os trabalhadores irão votar pela paralisação das atividades no início de dezembro.

Os aeroviários e aeronautas afirmam que as empresas ofereceram, em contraproposta aos 13% (com aumento real em torno de 4,5%, reajuste de 3% sobre os salários e de 5% sobre o piso. De acordo com os sindicatos, a proposta é "ridícula", já que nem ao menos repõe a inflação projetada pelos trabalhadores, de 7,3%, no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). "Deixamos claro que, se não houver avanços na reunião de amanhã, há chances muito grandes de decretarmos greve no dia 1º de dezembro", disse o presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Gelson Fochesato.

Segundo os sindicatos, as empresas alegam incertezas na economia mundial para recusar um reajuste maior. "A crise internacional não está atingindo o Brasil", rebate a presidente do Sindicato Nacional dos Aeroviários, Selma Balbino. Ela reclama que as companhias aéreas alegam dificuldades em repor a inflação nos salários dos funcionários, mas aumentaram as passagens aéreas em 23,4% em setembro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). "Elas estão voando em céu de brigadeiro", afirmou, ao citar como exemplo do bom momento do mercado aéreo brasileiro, a fusão entre a GOL e a Webjet.

Ela afirma também que os sindicatos, em caso de uma eventual greve, tomarão cuidado para que os voos com datas próximas às festas de fim de ano não sejam comprometidos, colocando os passageiros contra o movimento. "Não pretendemos fazer greve na época natalina e sim no começo de dezembro para não ter risco do passageiro ficar contra a gente", explicou. "Nós vamos apostar numa negociação, mas se nada avançar na reunião de amanhã vamos nos preparar para o confronto", completou.

O protesto de hoje reuniu cerca de 100 trabalhadores no saguão do Aeroporto de Congonhas. Os manifestantes entregaram folhetos aos passageiros. No texto eles afirmam que um reajuste de 13% para os funcionários das aéreas poderia impactar o preço das passagens em 2,6%, caso o reajuste fosse repassado pelas empresas. "Mas gordura não falta às empresas", afirmou Fochesato, lembrando o reajuste das tarifas cobradas pelas companhias em outubro. Outra manifestação será marcada para a semana que vem, desta vez no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

CAMPANHA SALARIAL 2011

Diário de Pernambuco
Companhias aéreas oferecem reajuste abaixo da inflação para trabalhadores
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
04/11/2011 | 16h27

As companhias aéreas ofereceram reajuste de 3% para aeronautas (tripulação) e aeroviários (pessoal que trabalha em terra). A oferta é uma resposta à proposta original das duas categorias, que reivindicam 13% de aumento. A inflação acumulada em 12 meses até setembro, medida pelo INPC, está em 7,3%.

O reajuste de 3% foi apresentado ontem em reunião na sede do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), no Rio, às vésperas da divulgação do resultado financeiro das aéreas referentes ao terceiro trimestre do ano. A expectativa de analistas é que os indicadores econômicos das empresas não sejam bons, refletindo a guerra tarifária e a alta nos combustíveis, o que deve tornar a negociação salarial deste ano bastante dura.

De acordo com o assessor econômico do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), Cláudio Toledo, o índice é o pior já apresentado pelo sindicato patronal. "É uma provocação. Não achem que ficaremos quietos", ameaçou a presidente do Sindicato Nacional dos Aeroviários, Selma Balbino.

A data-base do setor é em 1º de dezembro. A próxima reunião está prevista para dia 9.

Da Agência O Globo


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

SNA e VRG/Gol discutem soluções para irregularidades

SNA e VRG/Gol discutem soluções para irregularidades

A direção do SNA reuniu-se, em 13 de outubro, com representantes da VRG/Gol, para reivindicar o cumprimento dos compromissos assumidos, em 2010, no Ministério Público do Trabalho de São Paulo.

 

Os dirigentes sindicais lembraram as discussões realizadas junto ao órgão e o compromisso firmado pela empresa de solucionar diversos problemas apontados pelos trabalhadores. Catorze meses após essas negociações, ainda há muitas reclamações dos aeronautas que atuam na empresa sobre questões que haviam sido acordadas no MPT/SP.

O SNA irá encaminhar à VRG/Gol uma proposta de acordo para as ações judiciais em andamento e analisar como defender os trabalhadores em relação às irregularidades para as quais a empresa negou solução.

Participaram da reunião representantes das áreas de escala, hotéis, comissários, Jurídico e Recursos Humanos.

O SNA vai convocar o grupo da ponte aérea para discutir e elaborar uma pauta de reivindicações específicas para levar à empresa em nova reunião. Veja abaixo os pontos discutidos na reunião e as respostas da companhia.

 

PROGRAMAÇÕES - O grupo de voo da VRG/Gol reclama das programações efetuadas em duas ou mais madrugadas seguidas; da utilização da tripulação, após jornada exaustiva, no mesmo dia civil; e da sua convocação para complementação de jornada. A empresa afirmou que, eventualmente, essas programações podem ocorrer, mas já há uma reorientação dentro do sistema de escala para evitar essas situações. A VRG/Gol também informou que o sistema de gerenciamento de fadiga permite ao tripulante que não se sentir em condições de voo declarar sua situação e, sem nenhum tipo de punição, ser substituído. Ainda segundo a empresa, até novembro, entrará em funcionamento um novo sistema que irá garantir uma melhor distribuição dos voos em turnos.

ESCALA CASADA - O SNA levou a reivindicação do grupo de voo de ter a condição de voar em dupla, em escala casada (que facilita a vida do aeronauta, permitindo, por exemplo, o compartilhamento do transporte), sem abrir mão da acomodação individual. A VRG/Gol alegou que a divisão dos quartos é um importante mecanismo de redução de seus custos e afirmou que não atenderá à reivindicação dos tripulantes. O SNA seguirá lutando para garantir essa demanda dos aeronautas.

ESCALA DIRIGIDA - O SNA questionou a VRG/Gol sobre a condição de escala dirigida GRU/CGH, onde os tripulantes deveriam ser escalados com prioridade nessas localidades e não estão sendo. Discutiu ainda a possibilidade de criação de novas bases. A empresa informou, sem aprofundar os detalhes, que há estudos em andamento sobre este tema. O SNA aguarda um posicionamento mais completo sobre esses assuntos por parte da empresa.

HOTÉIS - A alocação dos tripulantes em hotéis de categoria inferior ou afastados dos grandes centros é outro problema levantado pelos aeronautas. O acordo firmado entre a empresa e os hotéis para esse fim deveria garantir condições adequadas de segurança, higiene e descanso para os tripulantes, já prejudicados pela atual formatação das escalas de voo. A empresa informou que uma comissão, sob coordenação do ex-comissário Farias, acompanha a definição dos hotéis e estuda a rede de estabelecimentos no país, com o objetivo de normalizar essa situação.

REMUNERAÇÃO DAS HORAS DE VOO - A VRG/Gol afirmou que não irá honrar seu compromisso de acertar a remuneração do grupo de tripulantes que não foi contemplado no último grande acerto feito pela empresa e, portanto, não teve suas horas pagas correspondendo a 54 horas. Também não irá normalizar o pagamento das diárias de alimentação, conforme a legislação vigente. A empresa alegou problemas financeiros, gerando apreensão no Sindicato. O SNA recebeu a negativa da empresa com perplexidade e vai tomar as medidas cabíveis para garantir os direitos desses trabalhadores.

RESCISÕES - A empresa diz que estuda uma forma de dar suporte ao aeronauta que tiver necessidade de retornar a São Paulo para efetuar a homologação da rescisão de trabalho.

QUADRO DE ACESSO - A VRG/Gol irá estudar o critério de promoção por mérito dos comissários de voo, que hoje se dá pelo domínio de língua estrangeira, avaliando se podem ser considerados outros cursos na área.

E-LEARNING - O SNA reivindicou que a VRG/Gol garanta condições adequadas para os aeronautas realizarem os cursos promovidos pela empresa via e-learning (video-aula). O Sindicato ressaltou que, dá forma como estão sendo praticados, esses cursos ferem a legislação, pois não há disponibilização de tempo de trabalho para a realização dos mesmos nem meios adequados.

DOs - O SNA obteve autorização da VRG/Gol para recolocar quadros de aviso nos DOs, como garante a CCT.

BOB - Segundo a VRG/Gol, o problema de sincronização das máquinas de venda a bordo (BOB) já está resolvido. Embora o SNA tenha se colocado mais uma vez contrário às vendas a bordo, a empresa reafirmou sua posição de que a atividade faz parte de seus negócios, não devendo se sobrepor, no entanto, aos procedimentos de segurança, que são a prioridade do trabalho dos comissários.

LIMPEZA E CABEÇOTES - A VRG/Gol admitiu que não é função dos comissários retirar lixo dos bolsões, nem cruzar cintos de segurança, e que a troca eventual de cabeçotes em escalas intermediárias está sendo revista. A empresa está reanalisando o contrato com suas terceirizadas para esse fim. O SNA ressaltou que a situação configura desvio de função.

CESTA BÁSICA - A empresa informou que os valores pagos como reembolso do auxílio creche, ou Certificado de Capacidade Física (CCF), não fazem parte no cálculo do pagamento da cesta básica.

 

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

VAMOS LUTAR NÃO SOMENTE PELO UNIFORME....

Caros(as) colegas,

Nos últimos dias, um assunto NUNCA mobilizou tanto a tripulação comercial quanto o novo uniforme. Não se fala mais em outra coisa do que o novo uniforme. Como é bom ver todos unidos em prol de um assunto. Então meus caros colegas de trabalho : VAMOS LUTAR POR UMA CAUSA MAIS NOBRE QUE É A NOSSA PROFISSÃO, TAMBÉM. Não adianta ter um uniforme BELÍSSIMO, se perdermos o nosso emprego, nossos direitos como aeronautas.
Estão querendo aumentar as nossa jornada de trabalho no mês, acabar com a nossa categoria de aeronauta e nos levar para a categoria de hotelaria. Vocês sabem quanto é o salário base dos hoteleiros??? O dissídio deste ano passou o salário base para R$690,00, isto mesmo, SEISCENTOS E NOVENTA REAIS. (fonte: Sindicato nacional de hotéis) Sem falar que o salário da categoria é regional, isto é, se houver base fora de São Paulo aqueles sediados nestas bases terão o seu salário diferente dos comissários de São Paulo.
Querem tirar a emissão do CCF da aeronáutica e passar para as empresas. Já pensaram na consequência deste ato?
Querem abrir para pilotos de fora atuarem em nosso país. Quem virá trabalhar no país como piloto, com os salários pagos hoje aos nossos pilotos. Tendo em vista que muitos dos nossos pilotos foram morar lá fora por terem salários melhores e mais benefícios? Será o americano, o alemão... Ou o boliviano, peruano... (sem desmerecer os profissionais destes países).

Meu povo, vamos colocar a cabeça no lugar e abrir os olhos. Desde o ano passado vejo que a grande maioria pouco se importa para estas e outras questões. Que terá, sem dúvida, um IMPACTO muito grande em nossas vidas e dos nossos familiares.
Não será um uniforme que irá MUDAR A SUA VIDA. O uniforme é a imagem e identidade de uma empresa e NÃO A SUA. Se a empresa em que trabalhamos julga como esta a sua melhor imagem perante ao seus clientes e mercado. O que podemos fazer?

MAS CABE A CADA UM DE NÓS LUTARMOS PELA NOSSA PROFISSÃO E NOSSO FUTURO.

Você com dono de uma empresa gostaria de ver seus funcionários entrando uniformizados em um MOTEL? Pois a GOL pouco liga para isso, tanto que coloca tripulações inteiras dentro de um MOTEL. Essa é a imagem que a GOL passa para os seus clientes... E o uniforme não poderia refletir outra coisa.

NÃO ESTOU DIZENDO QUE NÃO DEVEMOS LUTAR POR UM UNIFORME MELHOR. MAS QUE DEVEMOS TAMBÉM, LUTARMOS COM A MESMA FORÇA E GARRA PELA NOSSA PROFISSÃO.

DEPOIS DO LEITE DERRAMADO NÃO ADIANTA CHORAR.

Pensem nisso!!!

CMS GOL

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

FIM DO MISTÉRIO - NOVO UNIFORME

Hoje as primeiras turmas começaram a receber os novos uniformes.
O cinza é bem escuro, exceto do cardigan que é mais claro.
Os sapatos masculinos diferente do que foi dito pela nossa chefia continua o mesmo, que é uma pena, pois o novo uniforme pede um sapato melhor... No meu ver os pecados foram:

1- Não há nenhum bolso, exceto da calça,
2- O logo da empresa foi pintado no braço das camisas, tanto, manga curta como a manga longa. E na jaqueta foi utilizado transfer. MUITO CUIDADO AO PASSAR, POIS O FERRO NA ESTAMPA IRÁ ACABAR COM A MESMA.

A calça não tem mais botões no bolso traseiro.

No geral gostei do uniforme.

Não vejo a hora de pegar o meu.

QUEM TIVER FOTOS DO UNIFORME FEMINO NOS ENVIE PARA O EMAIL: COMISSARIOGOL@GMAIL.COM

 camisa manga curta
 camisa manga longa
 jaqueta
 cardigan
 calça