quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Novo Código Brasileiro da Aeronáutica pode ser votado no dia 6 de março

Aviação Brasil
15 fev, 2012 at 23:38
Novo Código Brasileiro da Aeronáutica pode ser votado no dia 6 de março

A proposta que altera o Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) e aumenta a participação do capital estrangeiro nas empresas aéreas nacionais (PL 6716/09 e apensados) poderá ser votada até o próximo dia 6 de março. A informação é do presidente da Câmara, Marco Maia.

O texto que irá a votação foi aprovado por uma comissão especial em junho de 2010 e já entrou na pauta do Plenário ano passado. Segundo o substitutivo aprovado pelo colegiado, as companhias aéreas nacionais poderão contar com até 49% de capital estrangeiro com direito a voto. Hoje, esse limite é de 20%.

O relator da proposta, o líder do PSDB Bruno Araújo (PE), contudo, já adiantou que deverá propor em Plenário um novo substitutivo que acaba com o limite percentual de participação do capital de outros países nas empresas aéreas nacionais. Pela proposta, a única exigência legal seria a reserva do controle administrativo das empresas ao capital nacional.

"A ideia é garantir a mesma proteção que foi dada à Vale do Rio Doce e à Embraer, reservando as decisões mais importantes às empresas nacionais, mas garantindo o desenvolvimento do setor", explicou o deputado. Araújo disse também que existe a chance de deixar a relatoria da proposta em razão da liderança do partido, assumida neste ano. Nesse caso, segundo ele, outro deputado do PSDB poderá assumir o posto.

Com informações de Carolina Pompeu/Agência Câmara


sábado, 4 de fevereiro de 2012

Todos podem fazer Greve menos os Aeronautas...

Aonde está o juiz que adora emitir ordens judicias proibindo a greve dos aeronautas?? Só os aeronautas é que são essenciais para o país? E a segurança publica não é um direito de todos os cidadões garantido pela constituição?? Vamos lá sr. Juiz entre em ação!!!
Proibir greve de policiais não gera dinheiro na mão, né???

sábado, 7 de janeiro de 2012

MATÉRIA DO BRASIL ECONÔMICO

Segue abaixo o link para a matéria publicada pelo Brasil Econômico referente a compra dos 787 pela Gol.


http://i183.photobucket.com/albums/x235/C010T3/31c04c45.jpg

.::Portal Contato Radar - Boato: Gol adquirindo os 787 cancelados pela Gulf Air::.

.::Portal Contato Radar - Boato: Gol adquirindo os 787 cancelados pela Gulf Air::.

 

 

boeing_787_22

Um boato frequente no meio da aviação há anos parece estar voltando com força total no início deste ano de 2012: a Gol estaria interessada em adquirir aeronaves Boeing 787 para operar voos internacionais de longo curso com a marca Varig.

 

A verdade é que, confirmado, somente o cancelamento em dezembro de 2011 de 8 pedidos para o avião feitos pela companhia aérea Gulf Air, do Bahrein, e que seriam os aviões com os quais a Gol ficaria.

 

Há que se dizer no entanto que, ao menos dessa vez, a história traz este link novo, e interesssante, que é o "endereço" dos aviões, a forma como a Gol faria para adquirí-los e entrar na fila de espera da Boeing para o 787 sem precisar assumir o último lugar.

 

Resta saber se desta vez o boato vai finalmente se tornar realidade.

 

Será?

 

Foto: Boeing

 

 

Acompanhe também a discussão sobre o assunto no Fórum Contato Radar:

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Apareceu o nome da responsável pelo novo Uniforme

Agora fica a pergunta: esta estilista era turista nas aulas da faculdade, foi fazer turismo,...? Mas uma coisa é certa: Ela não estudou nada ou só colou....

Mercado&Eventos
Veja estilo dos novos uniformes da Gol
03/01 - 14:51

GaleriaFotos

A Gol adotou uma nova linha de uniformes para seus tripulantes e colaboradores de aeroportos. Para desenvolver o projeto, a empresa contou com a parceria da A10, consultoria de design e marcas, e da estilista Kiki Bedouret, formada pela Escola Superior de Estilismo e Modelismo, em Paris.

Com os novos uniformes, os colaboradores de aeroportos e os comissários de bordo receberam um manual com orientações sobre apresentação pessoal. Constam informações como medidas adequadas para ajuste de roupas e as cores das maquiagens das mulheres. A distribuição das peças já terminou e a previsão é que todos os comandantes, copilotos, comissários de bordo e pessoal de aeroportos estejam trajando seus novos uniformes ao longo dos próximos dias.

"As cores representam uma grande mudança. Tiramos o preto e demos preferência ao laranja e cinza, que identificam a nossa companhia, a nossa marca", destaca a diretora de Marketing, Comunicação e Inovação da companhia, Florence Scappini.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Começou a corrida...

Já deu início à corrida louca e desenfreada de pegar e entregar a cartinha para o sindicato. Fico impressionado ao ver a mobilização de todos aqui no D.O. Há pessoas fazendo campanha, inclusive quem vive de "favor" aqui no D.O vendendo sanduíches.
Fico imaginando se este movimento fosse ao contrário, como estaríamos melhor, teríamos recebido um aumento digno. Lembrem-se que era somente 3% e o sindicato junto com poucos realmente engajados conseguiram 6,5%.
ACORDEM para a realidade!!! Sei que o sindicato não é nenhuma das 7 MARAVILHAS, mas sem ele, podem ter certeza, a nossa realidade seria MUITO PIOR.

Tenho a plena consciência que o sindicato tem muito a melhorar, precisa urgentemente fazer uma ação de marketing. Mas, mais do que isso, temos que ter a consciência de que a nossa PROFISSÃO está em risco. E depois do "leite derramado" não adianta chorar.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

A greve que não decolou

O Globo
A greve que não decolou
Movimento sindical racha e, apesar de 24% de atrasos, caos não chega a aeroportos
Lino Rodrigues, Henrique Gomes
Batista e Gustavo Miranda

economia@oglobo.com.br

SÃO PAULO, RIO e BRASÍLIA - Apesar das ameaças, a greve de Natal nos aeroportos brasileiros acabou não acontecendo. Embora, pela manhã, trabalhadores do setor aéreo tenham feito manifestação no Aeroporto de Congonhas (São Paulo), o movimento grevista perdeu força à tarde. As empresas aéreas melhoraram um pouco a proposta de reajuste salarial, fazendo com que os aeronautas, funcionários que trabalham a bordo dos aviões, fechassem um acordo. E os aeroviários, profissionais de terra, se dividiram e aprovaram paralisações no Rio, em Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza e Brasília. Em outras cidades, no entanto, os sindicatos locais de aeroviários decidiram aceitar a proposta das empresas.

O principal impasse entre empresas e trabalhadores era o reajuste médio da categoria. Enquanto os funcionários pediam uma correção de 7% nos salários, as companhias propunham apenas 6,17%, que foi a variação do INPC. As empresas elevaram a proposta para 6,50%, o que acabou conquistando boa parte dos sindicatos, principalmente os aeronautas e aeroviários de grandes praças, como Recife e Porto Alegre.

A paralisação — parcial — ocorreu em Congonhas e no Galeão, Confins (MG), Brasília, Salvador e Fortaleza, no fim da tarde. Mas seus impactos foram reduzidos. Segundo a Infraero, 634 dos 2.567 voos domésticos previstos para ontem até as 21h atrasaram mais de 30 minutos. O percentual de 24,7% de decolagens com problemas, apesar de elevado, foi menor que o de 22 de dezembro de 2010: 38,4%. Em alguns terminais ele foi superior a 50% (Navegantes- SC) ou próximo disso (Congonhas, com 44,7%). No Rio, os atrasos atingiram 32 voos no Santos Dumont (20,3%) e 24 no Galeão (15,2%).

Aeroviários fazem piquete no Galeão

● O Sindicato Nacional dos Aeroviários, com sede no Rio, deu início a greve no Aeroporto do Galeão impedindo a entrada de funcionários que deveriam assumir seus postos às 18h. Segundo a presidente do sindicato, Selma Balbino, o início do movimento de greve, previsto inicialmente para as 23h, foi antecipado para as 16hde ontem. Assim, a categoria ficaria livre de cumprir a liminar do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que decidiu, na quarta-feira, pela obrigatoriedade de 80% do efetivo estar trabalhando sob pena de multa no valor de R$ 100 mil diários para os sindicatos.

— A liminar fala sobre greve nos dias 23 e 24. Para o dia 22, que é hoje, estamos liberados — disse Selma, que reconheceu que ficaria difícil manter o movimento grevista no dia de hoje, e que disse que muitos trabalhadores foram coagidos a trabalhar e dobrar o turno: — As empresas conseguiram que a Infraero liberasse portões irregulares para entrada de funcionários, que não tem sequer aparelhos de raios X.

A Infraero não se manifestou sobre as denúncias de irregularidades e nem sobre o impacto do movimento no terminal. Mas mesmo assim o transtorno causado não foi tão grande. Por volta das 18 horas a gaúcha Alexandra Borges decolou do terminal para Porto Alegre, sem maiores complicações:

— Houve apenas uma demora um pouco maior do avião em solo, de uns 20 minutos. O piloto da Gol avisou que o atraso era pela falta de pessoal para embarcar as malas — disse.

A paralisação de um grupo de trabalhadores de pista logo no início da manhã causou transtornos aos passageiros e afetou as operações das companhias aéreas em Congonhas durante todo o dia de ontem. Por volta das 7h, cerca de 50 funcionários da TAM, que trabalham no apoio em terra, cruzaram os braços, tumultuando a cadência de pousos e decolagens que geraram longas filas e discussões entre passageiros e funcionários das empresas, prejudicando centenas de passageiros. Muitos atendentes dos balcões da TAM foram convocados para ajudar no transporte de malas, e outros foram deslocados para dar apoio a outras operações de pista. Com isso, faltou pessoal para orientar e informar os passageiros, que queriam saber o que estava acontecendo. Foi o caso do supervisor de engenharia Fábio Delli, que tinha bilhete marcado para Brasília às 8h30m, mas teve o voo cancelado e remarcado duas vezes. Com reunião agendada para às 10 horas, ele desistiu da viagem.

Na tarde de ontem, uma audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT-SP) reuniu representantes dos Sindicato dos Aeroviários do Estado de São Paulo e do Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea). Mas não houve acordo. Os sindicalistas não aceitaram os 6.5% oferecidos pelas empresas que, por sua vez, não concordaram em pagar os 7% sugeridos pelo TRT. Assim, o desembargador Jonas Santana de Brito condicionou qualquer paralisação nos aeroportos paulistas à manutenção de 80% dos postos de trabalho ocupados, sob pena de multa diária de R$ 100 mil.

O sindicato adiou para a próxima segunda-feira a assembleia, que havia marcado para às 17 horas de ontem, para avaliar a proposta das empresas e definir se adere à greve ou não. Reginaldo Alves de Souza, presidente do sindicato, disse que a exigência do TRT inviabiliza o movimento ontem:

— As manifestações que ocorreram hoje (ontem) podem se repetir na semana que vem. Não descartamos uma greve — ameaçou Souza.

Em Viracopos, em Campinas, manifestações também causaram atrasos e cancelamentos de voos. Em Brasília, apesar do sindicato ter anunciado greve no terminal, não se percebia maiores problemas na noite de ontem, apesar do movimento intenso